A previsão seria para esse mês de março.

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) abre processo de credenciamento para  pessoas jurídicas interessadas na prestação de serviços de operação turística no Parque Nacional Pico da Neblina, localizado no Amazonas. A reabertura da visitação ao Pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil, deverá acontecer em março deste ano.

A prestação de serviço precisa atender o Plano de Visitação Yaripo do Parque Nacional do Pico da Neblina, aprovado pelo ICMBio, em maio de 2018, e pela Carta de Anuência da Fundação Nacional do Índio (Funai), em outubro de 2019.

No caso do Pico da Neblina, por ser unidade de conservação e um território indígena, há dupla proteção e afetação. Assim, as operadoras de turismo vão atuar em parceria com os Yanomamis. A responsabilidade da gestão do turismo é da Associação Yanomami do Rio Cauaburis e Afluentes (Ayrca), que terá apoio dos órgãos públicos, Porém, o credenciamento das operadoras é feito pelo ICMBio, que analisará toda a documentação das empresas, dando segurança jurídica às ações.

O processo para reabertura do Pico da Neblina à visitação turística durou cerca de cinco anos. Os trabalhos foram cercados de cuidados porque a área tem dupla afetação, ou seja, é unidade de conservação ambiental e território indígena Yanomami. Dessa forma, todas as discussões envolveram o alinhamento da legislação do ICMBio e Funai, com apoio e consultoria do ISA. Uma das preocupações foi garantir a autonomia dos indígenas.

Gestora do Parque Nacional Pico da Neblina, Luciana Uehara, destaca que a reabertura é resultado de um processo que teve início em 2014, com diversas ações para construir o projeto de visitação. O Parque está fechado desde 2003, por recomendação do Ministério Público Federal, devido ao desordenamento da exploração turística que estava gerando violação dos direitos indígenas, conflito com turistas e impactos ao meio ambiente.








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O salário de funcionários de pequenas e médias empresas será financiado pelo governo por, dois meses. 🙌🏾 A medida, anunciada hoje, atende uma

demanda importante do turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia de Covid19

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A medida do Governo Federal atende uma demanda importante do setor do turismo. Uma nova linha de crédito permitirá que pequenas e médias empresas quitem suas folhas de pagamento por dois meses durante a pandemia do coronavírus. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (27.03) pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e é mais uma medida econômica do governo federal para o momento de crise. O dinheiro será emprestado pelos bancos para empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. A medida atende uma demanda importante do setor do turismo, um dos mais afetados pela situação. Cerca de 80% do setor de turismo é formado por micro e pequenas empresas. Quem receber o empréstimo não poderá demitir funcionários pelos dois meses e o dinheiro será depositado direto na conta do trabalhador, limitado a dois salários mínimos. O valor total da linha de crédito será de $ 40 bilhões, sendo 85% (R$ 34 bilhões) subsidiados pelo Tesouro Nacional. Para as empresas, será oferecida uma carência de seis meses e o pagamento poderá ser feito em até 36 meses, com uma taxa de juros de 3,75% ao ano. A operação será feita pelo BNDES, mas conta com a participação de bancos privados e do Banco Central (BC). Segundo o presidente do BC, Roberto Campos Neto, será preciso aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir ao Banco Central emprestar direto às empresas. A expectativa é atingir 12,2 milhões de empregados de 1,4 milhão de empresas no país. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, reiterou o empenho do governo federal em apoiar todos os afetados pela crise. “A sobrevivência dos trabalhadores de todo o país, incluindo os que dependem do turismo para sustentar suas famílias, está inserida nas principais medidas que vêm sendo anunciadas pelo nosso governo, sob a liderança do presidente Jair Bolsonaro. Essa linha de crédito, que garante o pagamento dos funcionários e auxilia as empresas neste momento de dificuldade, é mais uma delas”, destacou o ministro. Álvaro Antônio ressalta, ainda, que o Ministério do Turismo tem trabalhado com afinco para garantir a manutenção dos milhares de empregos que vêm do turismo, além de assegurar condições para que o setor volte a crescer igual observado ao longo de 2019. APOIO – Nesta quinta-feira (26), a Câmara dos Deputados aprovou Projeto de Lei que prevê o pagamento de R$ 600 para os trabalhadores informais impactados pela pandemia do coronavírus. O benefício será pago pelo período de três meses e poderá ser acessado por trabalhadores do turismo que cumpram os requisitos. O texto segue agora para apreciação do Senado Federal.

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Pânico com o covid-19 deixa Cidades desertas, esvazia hotéis, obriga aéreas a cancelar rotas e impede que navios de cruzeiro desembarquem passageiros. Perdas são estimadas em US$ 30 bilhões apenas na aviação.

No horizonte da economia do século 21 há uma indústria que concentra riqueza e outra que a distribui. A primeira é a de Tecnologia da Informação, setor em que estão as cinco empresas com o maior valor de mercado no mundo hoje. Apple, Amazon, Microsoft, Alphabet (que controla o Google) e Facebook valem juntas US$ 5 trilhões, uma concentração inédita na história do capitalismo. A indústria que distribui renda, por sua vez, é bem mais pulverizada. Trata-se do turismo, que promove um constante fluxo de pessoas pelo globo (e até fora dele, com as viagens espaciais capitaneadas por Virgin Galactic, de Richard Branson, e SpaceX, de Elon Musk). Dentro ou fora da órbita terrestre, o turismo gera oportunidades de negócio tanto para grandes conglomerados (companhias aéreas, redes hoteleiras, empresas de cruzeiros) quanto para pequenos empreendimentos, sejam agências de viagem locais, pousadas, restaurantes ou guias turísticos que atuam em suas comunidades. Para todos eles, a receita depende do interesse de visitantes. Segundo uma pesquisa anual realizada pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês) em parceria com a Oxford Economics, ligada à tradicional universidade inglesa, o setor de turismo respondeu, em 2018, por 10,4% de toda a atividade econômica do planeta, gerando 319 milhões de novos empregos (um em cada cinco dos que foram criados desde 2014). O valor total movimentado por essa indústria é calculado em US$ 8,8 trilhões ao ano — quase o dobro do PIB japonês, que é o quarto do mundo (US$ 4,9 trilhões em 2018). Se fosse um país, o turismo só ficaria atrás dos Estados Unidos (US$ 20,6 trilhões) e da China (US$ 11,5 trilhões).

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